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Data:sexta, 17 Mar 2000 12:51:32 -0400
ADVERTENCIA: A TRADUCAO SEGUINTE E UMA TRADUCAO AUTOMATICA NAO REVISADA DO ORIGINAL EM ESPANHOL Este mensagem responde a Kemly Camacho, Uma preocupa��o?, 10/03/2000 Oi:: Em rela��o �s preocupa��es tem projetos mais que suficiente, enquanto financiando, desenvolvimento me adquire a aten��o que minha preocupa��o os �ltimos anos foi exatamente o contr�rio. E eu quero compartilhar esses por que desta oposi��o. Relativo a 1) desprioriza as propostas de desenvolvimento que n�o ag�entam este componente e que eles tamb�m s�o pertinentes, Eu acredito que a tend�ncia de financiamento neste t�pico � m�nima relativo �s estruturas organizacionais e trabalha times que existem em outros t�picos priorit�rios. Muito tempo passar� antes de esta press�o pudesse gerar um desbalance como para tudo aquilo que � necess�rio fazer e estudar. Eu n�o acredito que as entidades de coopera��o s� financiar�o desde projetos neste t�pico os or�amentos deles/delas que eles t�m uma din�mica que nem modificar� assim radicalmente. Eu acredito que h� na Am�rica Latina uma penetra��o exponencial das TIC em campos comerciais e quase qualquer coisa em campos associados aos problemas do desenvolvimento: Eu acredito que de algum lado � necess�rio apertar de forma que o investimento n�o � negligenciado relativo ao uso das TIC em setores estrat�gicos, como uns meios para melhorar a cria��o processa e difus�o de informa��o, ou como uns meios de comunica��o organizacional. Se as entidades de coopera��o apertam neste endere�o que incorpora nos t�picos de produ��o de sa�de de educa��o, judicatura, Pymes,; talvez voc� fins para cima equilibrar este desequil�brio como para o padr�o de penetra��o. Os atores de decis�o neste setor n�o consideram o investimento em prioridade de TIC em a maioria das ocasi�es. Na realidade os agentes institucionais demoram alcan�ando apoio. Parecia que h� poucas entidades locais para financiar� projetos para fomentar mudan�as tecnol�gicas no non organiza��es comerciais. Em geral o or�amento destas folhas de setores em opera��o e opera��o de reproductive. Eu levo anos que s� observam isso com financiamento externo voc� restimula para que os atores envolvidos v�m a um acordo para mudar os modos para fazer dos setores estrat�gicos. Mudan�as necess�rias se n�s queremos contribuir para diminuir as causas dos problemas regionais. Como para 2) os proponentes (as organiza��es) achar formas de relacionar (�s vezes ficticiamente) as propostas deles/delas com os NTIC. Eu acredito que eu imprenso destes financiamentos no fato que os projetos de desenvolvimento s�o for�ados a contemplar esta vari�vel que embora no princ�pio � artificial que eu acho brilhante porque h� uma resist�ncia forte para ter presente a presen�a destas tecnologias em �reas fundamentais e estudar nisso podecontribuir � solu��o dos problemas diagnosticados. Por anos vi eu que os times de trabalho v�o por estradas paralelas e eles n�o convergem em qualquer campo da sociedade. Em quase qualquer t�pico um funcionamento de grupo � as TIC naquele setor e outro que estuda problemas do setor. E at� que eles s�o evitados. J� � hora de juntar experi�ncias e esfor�os e de ser poss�vel multidisciplinarios.. criar est�mulos para formar times com focos complementares eu acredito que ajudaria que os poucos recursos que s�o usado incorporando as TIC a setores estrat�gicos levaram melhor vantagem. E talvez at� projetos eles foram criados em colabora��o dentro que a introdu��o destes t�picos � menos artificial e mais pertinente na solu��o dos problemas. Neste aspecto h� tamb�m um grande desbalance que impede muito para obter financiamento local para investigar as TIC em um setor, As entidades locais que concedem financiamento em grupos de t�picos priorit�rios eles t�m o calend�rio deles/delas, os atores deles/delas e os convidar para estudar este tem�tico n�o � t�o simples porque requer de um m�nimo de entender da complexidade presente nestes plataformas tecnol�gicas. Ser mais que os usu�rios. E eles sempre n�o s�o interessados para completar a forma��o deles/delas; por outro lado tamb�m s�o apertados os especialistas do foco tecnol�gico para obter financiamento como pelo procurar utilidade para a aplica��o que eles querem introduzir em um setor; e muitas vezes ignoram eles o eu diagnostico que eles foram feitos muito de antes de uma aplica��o existiu para um setor. Se eles est�o for�ados ou estimularam para trabalhar em colabora��o que n�s economizaremos recursos e tempo elaborando solu��es eficientes. " E finalmente, o que � a coisa mais s�ria a minha aproxima��o, 3) isto incentivates a id�ia que o desenvolvimento de nossas comunidades e pa�ses descansa no uso dos NTIC.) Eu acredito h� pouco o oposto enquanto s�o premiados mais projetos e estudos nestes problemas melhores que n�s saberemos que est� acontecendo e que s�o nossas oportunidades. Eu acredito que um maior pratica, experimente nestes projetos nos conduzir� a um conhecimento melhor da complexidade das mudan�as t�cnicas nas organiza��es e nos ajudar� como regi�o para desmitificar o que � atribu�do como efeitos perversos ou positivos das tecnologias. E talvez at� que � lerant como guiar o investimento nestes projetos em um endere�o social quis pelos atores que querem acontecer e difundir informa��o. Fazendo, n�s aprenderemos a guiar os processos no endere�o que n�s queremos. Uma sauda��o. |
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http://funredes.org/mistica/portugues/emec/prod/c4/0167.html Última modifica��o: 20/03/2000 |