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Re: MISTICA-PO: Internet, o debate que falta

Data: quinta, 17 fev 2000 14:26:06 -0400
Autor: Raisa URRIBARDI MINARDI <[email protected]>


ADVERTENCIA: A TRADUCAO SEGUINTE E UMA TRADUCAO AUTOMATICA NAO REVISADA DO ORIGINAL EM ESPANHOL

ESTA MENSAGEM RESPONDE A Ricardo Ricci, Internet, o debate que falta , 12/02/2000

De prop�sito da mensagem de Ricardo Ricci, um artigo com dados na Venezuela. El Universal. Domingo 13 2000 de fevereiro.

Caracas. - O venezuelano � uma popula��o interessada ser conectado a Internet. A coisa paradoxal � que a grande maioria, 82,9%, n�o p�de comprar um computador, e que 4,1% s� consentem realmente ao ciberespa�o.

� comprovada a falta de acesso para a tecnologia entre os venezuelanos nos resultados de uma recente pesquisa levados a cabo por Datan�lisis para 1.527 pessoas a n�vel nacional. Antes da pergunta de voc� se interessaria por um servi�o de Internet? 42,7% respondem que sim e 17,3% dizem para estar muito interessado, porcentagem que duplica a 22,1% aquele n�o manifesta muito interessado e para 16,9% que, na realidade, prefere nenhum conhecimento de Internet.

Por�m, esta indiferen�a � provocada principalmente por raz�es econ�micas. Do grupo que respondeu para ser pequeno ou qualquer coisa interessou, 26,3% alegado que era porque as rendas deles/delas n�o permitiram isto a eles, e 12% porque eles n�o tiveram computador. 17,1% consideraram isto desnecess�rio ou dispens�vel. Enquanto 15,7% sim mostrou facilidade total, porque eles admitiram que eles nunca tinham o adquirido a aten��o.

Do outro lado, desses que sim eles paqueram com a possibilidade ou o certo fato de navegar para o ciberespa�o, as raz�es mais fortes s�o a capacidade a ser informada com detalhes e rapidamente do que acontece no mundo, 50,4%, e ser ajudado nos estudos deles/delas ou trabalhar, 22,5%.

Um dia sim, outro n�o A atratividade que exercita a Internet nos venezuelanos n�o � viciadora. Pelo menos ainda. A maioria desses entrevistado � interdiaria freq�entemente conectado e n�o navega mais de dez horas um m�s.

Quase a metade do cibernauta de popula��o, 47,6%, que navega da casa deles/delas. O hor�rio favorito est� entre 8 e 10 da noite. Os 27,8 fazem isto no trabalho e normalmente est� entre os 9 e 11 pela manh�. 11% alcan�am conex�o em seus lugares de estudo; 10,5% deveriam ir para a casa de amigos e fam�lia e 2,3% usam computadores p�blicos.

Em que preocupa��es para o investimento, ignoram 65,8% desses que navegam do escrit�rio quantos pagam a companhia pelo servi�o. 23,8% desses que nem n�o s�o conectados do computador da casa assumem o custo, mas outra mesma propor��o, 23,8%, que admite para cancelar entre 20 e 30 mil bol�vares por m�s. Entre 10 mil e 20 mil bol�vares pagam 22,6%; menos que dez mil, 12,5%, e mais que 30 mil, 13,1%.

Outro fato que lan�a a pesquisa e que confirma que o obst�culo principal para n�o ser amarrado � tecnologia do ciberespa�o � econ�mico, � isso dos usu�rios de non, 37% estariam dispostos pagar entre dez mil e 20 mil bol�vares mensais ser conectado a Internet. Isto sem inclusive a telef�nica despesa. 12,9% manifestaram a possibilidade para cancelar entre 20 mil e 30 mil, e 14,9% menos que dez mil.

Para informa��o Para os venezuelanos, Internet n�o parece nem ser uma raz�o exclusiva de distra��o do trabalho ou o estudo. De acordo com as respostas, 62,7% desses que navegam da casa fazem isto para procurar informa��o, enquanto esta propor��o � de 66,4% quando for do escrit�rio. 24% est�o conectados com o ciberespa�o para chequear seu correio eletr�nico na casa, e no trabalho, 20,1%. socializar ou conversar, 10,3% est�o s� conectados em seu alojamento e 5,4% na posi��o de trabalho.

O que ainda � muito incipiente � o interesse dos venezuelanos, usu�rios ou n�o, em comprar coisas ou contratar servi�os pela teia. 21,8% desses que sim eles t�m acesso a Internet, disse para ser ' qualquer coisa disp�s ' fazer isto. Dos usu�rios de non, 14,9% n�o est�o interessados nisto. O impedimento de cart�o de cr�dito necessitado tamb�m faz entalhe no com�rcio eletr�nico nacional. 37,7% dos usu�rios n�o t�m isto e nem os 57,9% dos usu�rios de non.

 
 

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Última modifica��o: 22/02/2000